Dois anos depois dos atos de 8 de janeiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não conseguiu identificar e punir os responsáveis por investir e financiar as depredações em Brasília.
Embora centenas de pessoas que participaram ativamente tenham sido identificadas e processadas – 371 até agora, a rede de financiamento que possibilitou a logística dos atos com o custeio de transporte, alimentação e estadia na cidade ainda permanece sem identificação.
O valor dos danos materiais e a amplitude das depredações, estimados em pelo menos R$ 26 milhões, exigem uma apuração minuciosa. O desfecho para quem bancou os atos, porém, parece distante.
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